Pilotos fora da pista

Conheça as histórias e o dia-a-dia dos pilotos quando não estão pilotando na Fórmula Vee.

Bruno Caravaggi: médico inicia carreira nas pistas e está pronto para prestar socorro

Bruno Caravaggi: médico inicia carreira nas pistas e está pronto para prestar socorro

Dono de tradicional clínica ortopédica na Zona Sul de São Paulo
participa de competição para iniciantes e oferece ajuda em casos de lesões ou dores.

 Imagem da capa: O piloto Lucca Pagotto com um FVee em uma das exposições de carros antigos promovidas por seu pai.
(Foto: Marcos Batista/Velocidade em Foco)

 

Na Fórmula Vee e no esporte em geral é comum o atleta reclamar de dores após uma competição ou treino intenso. Mas não é preciso ficar sofrendo por causa disso. A receita é de um novo piloto-médico.

Bruno Caravaggi é ortopedista e comanda uma das mais tradicionais clínicas na Zona Sul de São Paulo. Este ano, ele deu início a sua carreira nas pistas, participando da Fórmula Vee Open, competição exclusiva para iniciantes.

Como a maioria dos pilotos, eu comecei no kart e há pouco tempo conheci a FVee, que me ofereceu essa oportunidade”, disse o médico de 35 anos, que segue a carreira do pai na COB, a Clínica Ortopédica Brooklin, especialista em dores e cirurgia de joelho.

A FVee Open reuniu este ano 30 pilotos, todos novatos, para três etapas no ECPA, em Piracicaba (a cerca de 150 km de São Paulo). “Foi ótimo participar desta primeira experiência, inclusive para poder colocar em prática alguns métodos de treinamento”, disse Caravaggi.

Nos últimos meses, para aliviar dores nas costas e no quadril, o médico perdeu 43 quilos. “E durante a competição eu percebi que precisava emagrecer ainda mais. Acredito que cada quilo a menos equivale a pelo menos um décimo de segundo na pista”, afirmou.

Além disso, devido ao desgaste físico e ao cockpit bem apertado do Fórmula Vee, é comum os pilotos saíram do carro reclamando de alguma dor. Devido ao espaço, os cotovelos e os joelhos são as partes mais sensíveis, pois acabam ficando em contato com parte do chassis ou da carenagem.

E, claro, há solução, não é preciso ficar sofrendo”, diz Bruno Caravaggi. “Eu tenho um curso ministrado pela Federação Internacional de Dor e o objetivo é ajudar não só pilotos, mas as pessoas em geral que sentem algum tipo de desconforto”, afirma. Sua clínica também oferece tratamento de RPG (Reeducação Postural Global) e acupuntura.

Com a experiência adquirida este ano, o médico espera novas oportunidades nas pistas. “Será interessante voltar a competir na FVee no próximo ano, na Open e quem sabe até no Campeonato Paulista, em Interlagos. E com certeza apenas pelo prazer de competir e sem dores.

 

 

 


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